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Hérnia de disco: Saiba como identificar os sintomas da doença

 Dores na coluna, dormência nas pernas e dificuldade para pegar objetos mais pesados, para locomover-se e até mesmo para trabalhar e praticar atividades físicas. Esses são alguns dos sintomas mais comuns em pessoas com hérnia de disco. Caracterizada por alterações nas estruturas das vértebras que compõem a coluna, o problema pode acometer de 13% a 40% das pessoas ao longo de suas vidas.

Relacionada ao processo natural do envelhecimento, a doença pode ocorrer em três regiões: na cervical, que afeta a região do pescoço; na região torácica, que afeta a região do meio das costas; e na porção lombar da coluna, que afeta a região mais baixa das costas. Seja qual for a sua localização, especialistas garantem que, em 90% dos casos da doença que são tratados, a resolução acontece em poucos meses. “As hérnias de disco são comuns. Elas surgem em diferentes classificações e graus de evolução”, explica o médico radiologista, Luis Ronan de Souza.

Exames de imagem, como radiografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética, são indispensáveis para o diagnóstico da doença, conforme explica o gestor do serviço de imagem do Sabin em Uberaba. “O paciente com hérnia de disco geralmente chega com indicação médica. O exame mais recomendado para este diagnóstico é a ressonância magnética, que fornece um alto nível de detalhamento. Além de ser rápida, menos de 15 minutos, a ressonância é confortável ao paciente, que fica em uma posição que evita dor”, explica o médico especialista.

Além de utilizados para diagnóstico de hérnia de disco, os exames de imagem também cumprem um papel importante no acompanhamento da evolução do quadro clínico do paciente. “O manejo clínico e até o pós-operatório (para os casos em que há necessidade de intervenção cirúrgica) podem ser controlados tanto por tomografia, quanto por ressonância. Mesmo os pacientes que já colocaram parafusos para cirurgia de coluna, podem ser novamente submetidos à ressonância, após seis meses”, ressalta.

Sintomas e tratamento 

O paciente acometido pela hérnia, além da dor acompanhada de perda de força, pode ter alteração de sensibilidade perineal (região próxima ao ânus e genitália), ou dos esfíncteres (dificuldade para urinar ou incapacidade de segurar a urina, bem como a perda do controle do intestino). O tratamento pode ser feito por meio de fisioterapia, medicamentos, e nos casos mais graves, intervenção cirúrgica.

Segundo levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a doença atinge cerca de 5,4 milhões de brasileiros. Este problema também vem se manifestando cada vez mais cedo, já a partir dos 30 anos de idade, quando a média até poucos anos atrás estava em 37 anos.

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