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| Divulgação |
O ex-ministro e ex-deputado federal Raul Jungmann faleceu neste domingo (18), aos 73 anos, em Brasília, em decorrência de complicações causadas por um câncer no pâncreas. A morte do político provoca ampla repercussão no cenário político nacional.
Ao longo de sua trajetória pública, Jungmann ocupou posições de destaque em diferentes governos federais, tendo comandado quatro ministérios. Durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), atuou como ministro extraordinário de Política Fundiária entre 1996 e 1999. Já no governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), assumiu o Ministério da Defesa e, em 2018, passou a chefiar o então recém-criado Ministério Extraordinário da Segurança Pública, permanecendo no cargo até o fim daquele ano.
Raul Jungmann também teve longa atuação no Legislativo, exercendo mandatos como deputado federal nos períodos de 2003 a 2011 e de 2015 a 2016. Além disso, foi presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) entre 1995 e 1996 e vereador do Recife de 2013 a 2015.
Desde 2022, Jungmann ocupava a função de diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), onde seguia atuando até o agravamento de seu estado de saúde. Reconhecido pela atuação em áreas estratégicas como defesa, segurança pública e meio ambiente, sua morte gerou manifestações de pesar de lideranças políticas e instituições em todo o país.

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