google.com, pub-1013280645210814, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Exposição gratuita revela imagens pouco conhecidas da Salvador do século passado

Exposição gratuita revela imagens pouco conhecidas da Salvador do século passado

produção artística de Voltaire Fraga

Segue em cartaz ao longo do mês, na Alban Galeria (Ondina), a exposição gratuita “Voltaire Fraga - Uma Bahia em Movimento”, apresentando imagens do cotidiano da Salvador do século passado, uma cidade moderna e em evolução, bem como os elementos culturais que formaram a Bahia, as paisagens urbanas e naturais, as festas populares e os seus personagens. Com 30 quadros de tamanhos variados, os temas cidade, trabalho, festa e personagens apresentam o olhar do fotógrafo baiano considerado um dos mais importantes artistas da modernidade fotográfica do Brasil. A exposição pode ser vista de segunda a sexta-feira, entre 10h e 19h, e sábado entre 10h e 13h.

A curadoria é de Marcelo Campos, curador-chefe do Museu de Arte do Rio e doutor em Artes Visuais. Além da exposição, um livro de 240 páginas registra a produção artística de Voltaire Fraga e suas diversas fases de trabalho, mesclando imagens com uma fortuna crítica de textos de pessoas que conviveram com o artista e sua obra, além da produção de um relato biográfico inédito que contextualiza sua vida pessoal e trabalho. A versão física do livro pode ser comprada no www.p55.com.br e a *versão digital* está disponível para download gratuito no www.livrovoltairefraga.com.br.

Enquanto fotógrafo a serviço do estado, Voltaire Fraga documentou mudanças no ambiente artístico de Salvador, tornando-se um agente da divulgação de uma estética modernista em escala local. Ele fez contribuições em jornais e revistas de circulação nacional, como “O Cruzeiro”, “Correio da Manhã”, “A Noite” e “Diário de Pernambuco”. Instituições como o Museu de Arte da Bahia (MAB), antigo Museu do Estado da Bahia; o fundo documental do Escritório do Plano de Urbanismo da Cidade do Salvador (Epucs), que se encontra no Arquivo Histórico Municipal de Salvador; o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB); e a Biblioteca Noronha Santos, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), no Rio de Janeiro, foram algumas das que demandaram seu trabalho.

A exposição e livro são assinados pela P55 Edição, com patrocínio da GPE Global por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

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